Título: Filha, Mãe, Avó e Puta
Autor: Gabriela Leite
Ano: 2009
Edição: 1
Edição: 1
Páginas: 194
Idioma: português
Editora: Objetiva
Sinopse: Neste livro, Gabriela conta sua trajetória, que culminou com a criação da famosa marca de roupas Daspu e da Ong DaVida, símbolos hoje reconhecidos internacionalmente. A autora fala nesta autobiografia de todos os tabus que povoam e aguçam a curiosidade do imaginário coletivo em torno da rotina das prostitutas abordado pela autora com absoluta naturalidade. Mãe de duas mulheres e avó de uma menina, Gabriela fala também sobre suas relações familiares.
Terminado em 8 de dezembro de 2015.
Desculpe o palavrão, mas eu achei foda. Não tinha outra palavra pra descrever esse livro. Gabriela narra sua história de modo divertido e comovente (até chorei, acredita?!). Em nenhum momento ela se faz de vítima e, ao contrário, afirma que nenhuma mulher que está nessa profissão é vítima (com exceção, é claro, das mulheres traficadas e exploradas). Ser prostituta é uma escolha. Ela teve a oportunidade de cursar uma das melhores universidades do país, mas escolheu abandonar os estudos para ganhar dinheiro com seu corpo. Não quero entrar no mérito do que eu acho sobre essa profissão porque minha opinião aqui é somente sobre o livro, que é ótimo. Eu jamais aprovaria as atitudes dela, principalmente em relação à família, mas isso não desmerece a história. "Filha, Mãe, Avó e Puta" mostra exatamente o tipo de feminismo que eu defendo porque ela ama os homens, os admira e os quer bem -- aliás, ela afirma que homem é o que ela mais gosta na vida. Como eu sempre digo, não é preciso esculhambar um gênero para defender o outro.
Ao contrário de outros livros de memórias de prostitutas, esse não é um livro sobre sexo, sobre casos e fantasias de clientes -- é um livro sobre uma mulher que, apesar de jovem inconsequente, fez tudo que teve vontade de fazer.
Gabriela é a fundadora da ONG Davida e da grife de roupa Daspu.
Nota 5 de 5

Terminado em 8 de dezembro de 2015.
Desculpe o palavrão, mas eu achei foda. Não tinha outra palavra pra descrever esse livro. Gabriela narra sua história de modo divertido e comovente (até chorei, acredita?!). Em nenhum momento ela se faz de vítima e, ao contrário, afirma que nenhuma mulher que está nessa profissão é vítima (com exceção, é claro, das mulheres traficadas e exploradas). Ser prostituta é uma escolha. Ela teve a oportunidade de cursar uma das melhores universidades do país, mas escolheu abandonar os estudos para ganhar dinheiro com seu corpo. Não quero entrar no mérito do que eu acho sobre essa profissão porque minha opinião aqui é somente sobre o livro, que é ótimo. Eu jamais aprovaria as atitudes dela, principalmente em relação à família, mas isso não desmerece a história. "Filha, Mãe, Avó e Puta" mostra exatamente o tipo de feminismo que eu defendo porque ela ama os homens, os admira e os quer bem -- aliás, ela afirma que homem é o que ela mais gosta na vida. Como eu sempre digo, não é preciso esculhambar um gênero para defender o outro.
Ao contrário de outros livros de memórias de prostitutas, esse não é um livro sobre sexo, sobre casos e fantasias de clientes -- é um livro sobre uma mulher que, apesar de jovem inconsequente, fez tudo que teve vontade de fazer.
Gabriela é a fundadora da ONG Davida e da grife de roupa Daspu.
Nota 5 de 5


0 comentários:
Postar um comentário