25 de out. de 2016

Hora de dormir (Anna Claudia Ramos)

Título: Hora de dormir
Autor: Anna Claudia Ramos
Ano: 2013
Edição: 1
Páginas: 24
Idioma: português 
Editora: Paulinas
Sinopse: Hora de dormir é o segundo livro da série Turma da Vila e conta as aventuras de uma turminha mais do que especial que mora na mesma vila e inventa muitas brincadeiras divertidas todos os dias até a hora de dormir, sempre conseguindo brincar mais um pouco. 
Depois, todos vão para suas casas, fecham suas janelas e se preparam para dormir: Duda escova os dentes de Jujuba, Lulu e Sanduba tomam um lanche noturno, Léo e Nina juntam suas camas para Netuno dormir bem quentinho e Felipe e Guto tomam banho. A vila fica linda quando é noite de lua cheia e Jujuba pode dormir de luz apagada.
Os livros dessa série têm textos simples, adequados para a primeira fase da alfabetização, onde as crianças estão aprendendo a ler e tendo os primeiros contatos com as palavras, por isso as frases são mais curtas, o texto mais direto e os fonemas mais simples. 
A autora aborda assuntos cotidianos de maneira lúdica e descontraída. As ilustrações de Marilia Pirillo complementam a graciosidade da proposta que muito agradará aos pequenos leitores.


Terminado em 17 de outubro de 2016 (livro 50).

Eu sou suspeita para falar da Anna Claudia Ramos porque sou fãzona dela, mas essa coleção, "Turma da Vila" é realmente uma graça! 

A coleção contempla quatro livros: "Hora de dormir", "Hora de brincar", "Acampamento da vovó" e "Festa do pijama". 

"Hora de dormir" é o segundo da série e narra o que os personagens (Felipe, Guto, Léo, Nina, Duda, Lulu e seus bichos de estimação), já conhecidos por quem leu o primeiro volume, fazem quando é hora de ir para a cama.

O livro não tem uma história, mas, assim como todos os outros da coleção, é perfeito para a primeira fase da alfabetização, quando as crianças têm os primeiros contatos com as palavras – e, talvez (me corrija se eu estiver errada), não tenham desenvolvido ainda a capacidade de acompanhar uma sequência. Os textos são simples e diretos, as frases são curta e os fonemas, mais simples. As ilustrações são lindas!



Nota 4 de 5


Sobre a autora:

Anna Claudia Ramos é carioca, graduada em Letras pela PUC/Rio, mestre em Ciência da Literatura pela UFRJ, e sócia do Atelier Vila das Artes, uma empresa de consultoria e produção editorial. Foi curadora e mediadora do programa Leitura em Debate: a LIJ na Biblioteca Nacional. Viaja pelo Brasil afora dando palestras, cursos e oficinas sobre sua experiência com leitura e como escritora e especialista em LIJ. Resolveu escrever os livros da Coleção Turma da Vila, porque mora em uma vila de casas e viu uma geração inteirinha de crianças crescerem brincando com seus animais de estimação. Por isso, se inspirou nessas crianças e criou esses livros, onde meninos, meninas, cães e gatos convivem de forma encantadora. Atualmente está chegando uma nova geração de crianças na vila. Para conhecer mais o seu trabalho visite: www.annaclaudiaramos.com.br.

Sobre a ilustradora:

Marilia Pirillo é gaúcha de Porto Alegre. Estudou Artes, se graduou em Publicidade e Propaganda e desde 1997 ilustra livros para crianças. Em 2004, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde vive e cria até hoje. Foi na cidade maravilhosa que conheceu Anna Claudia Ramos, sua professora na oficina de escrita para crianças e jovens do Atelier Vila das Artes. São amigas desde então e estão supercontentes de poder fazer a coleção Turma da Vila, lado a lado. Para saber mais sobre o que Marilia anda escrevendo, ilustrando ou aprontando por aí,  visite: www.mariliapirillo.com.

20 de out. de 2016

[A Tati Leu] Nem tudo será esquecido (Wendy Walker)

Título: Nem tudo será esquecido
Autor: Wendy Walker
Ano: 2016
Edição: 1
Páginas: 288
Idioma: português 
Editora: Planeta
Sinopse: Tudo parece perfeito na pequena Fairview, em Connecticut, até a noite em que a adolescente Jenny Kramer é violentada durante uma festa. Nas horas posteriores, ela é medicada com uma droga controversa para que as memórias da violência sejam apagadas. Mas, nas semanas que se seguem, enquanto se cura das dores físicas, Jenny percebe que guardou nuances daquela noite. O pai, obcecado por sua incapacidade de descobrir quem abusou de sua filha, busca justiça, enquanto a mãe tenta fazer de conta de que o crime não abalou seu mundo cuidadosamente construído. Segredos da família e do círculo próximo começam a vir à tona durante a busca incessante pelo monstro que invadiu a comunidade – ou que talvez sempre tenha estado lá –, guiando este thriller psicológico para um fim chocante e inesperado.

[A Tati Leu] Nem tudo será esquecido (Wendy Walker)

Terminado em 16 de outubro de 2016.

Até hoje me surpreende o modo como, em alguns de seus romances, Agatha Christie construiu tramas tão bem elaboradas, tão bem tecidas e trabalhadas, que conseguiu camuflar o culpado pelos crimes apresentados sob a figura do narrador. Não é extraordinário? Quem desconfiaria do narrador, esse ser tão honesto que divide todas as informações que possui com os leitores (só que não)? 

Menciono isso apenas para dizer que Wendy Walker lança mão de um recurso similar, ao utilizar um narrador aparentemente neutro que, ao decorrer da história, vai mostrando que está muito mais envolvido no crime cometido do que teria revelado a princípio. Um narrador que não somente sabe mais do que conta, mas que também utiliza sua influência para dar à história os rumos que mais lhe convêm, manipulando os demais personagens e as informações que lhes oferece. A autora constrói, desse modo, um thriller psicológico que cumpre bem o objetivo principal do gênero a que pertence: prender o leitor, deixá-lo curioso para descobrir o culpado e ansioso para chegar ao final. 

“Nem tudo será esquecido”, lançamento de setembro da Planeta, no entanto, faz mais que isso. As temáticas trabalhadas na narrativa são tão relevantes quanto polêmicas e acabam por trazer à tona questões que jamais deveriam ser deixadas de lado na sociedade atual, embora saibamos que cada leitor lançará um olhar diferente sobre os assuntos tratados e será afetado de uma maneira específica por eles, de acordo com a bagagem que carrega e as próprias ideologias.

Falemos primeiro sobre aquele que parece ser o mote principal da narrativa, apresentado na sinopse do livro: a violência sexual sofrida por Jenny Kramer. Wendy Walker não poupa o leitor ao demonstrar como a violência afetou a jovem e ao mostrar o que ela sentiu quando foi submetida ao abuso. Apesar de logo notarmos que o estupro de Jenny não é de fato a questão central, não há como negar a importância de apresentar seu ponto de vista, especialmente em uma sociedade na qual a cultura do estupro – em especial a culpabilização da vítima – ainda é tão comum.

Sim, a relevância do assunto é clara, mas acredito que a questão central que mencionei seja na verdade a manipulação da mente e o tratamento a que Jenny é submetida após o estupro.

Arrasados com o ocorrido, Tom e Charlote Kramer, pais de Jenny, autorizam um tratamento que consiste no uso de drogas que apagarão a memória da garota, acreditando que isso facilitará sua recuperação. No entanto, a mente não é um documento do Word, no qual apagamos de modo definitivo as palavras que não queremos guardar. As emoções permanecem, e, sem lembranças para contextualizá-las, Jenny não sabe como lidar com elas. E quer saber o mais curioso? Isso nem está tão longe da realidade, como a autora nos conta em uma nota, no fim do livro. Vejam, por exemplo, este artigo da Galileu, publicado ainda este ano, que, entre muitos outros, fala sobre isso.

As explicações em torno do tratamento e do funcionamento da mente são às vezes um pouco cansativas, mas não deixam de causar seu impacto. Temos, durante a narrativa, a oportunidade de refletir sobre o modo como nossas lembranças podem ser manipuladas, sobre como nosso passado influi na formação de nossa personalidade e em nossas escolhas, sobre a maneira como nossa memória se organiza e sobre o quanto podemos ser influenciáveis. Achei muito interessante ler sobre esses aspectos da psicologia, em torno dos quais, de maneira muito inteligente e original, Wendy desenvolve sua história. 


Outro ponto positivo do livro são os personagens: pessoas moldadas por seus traumas, com suas fraquezas, seus objetivos, seus defeitos e os botes salva-vidas aos quais se agarram. Personagens verossímeis, que dão um tom de realidade à trama.


A narrativa é bem construída, mesclando a voz do já mencionado narrador com depoimentos dos demais personagens, o que nos permite compreender melhor os sentimentos de cada um deles. O que eu achei que dificulta um pouco a leitura, e esse é um dos motivos pelos quais o livro não ganhou 5, são os pequenos saltos temporais: o narrador movimenta-se pelas datas e pelos acontecimentos, adiantando-se e então retrocedendo, e, mesmo que sejam variações pequenas (dias ou horas), isso fez eu me perder um pouco na história.

Outra coisa que me incomodou um pouco no livro, na verdade, foi o desfecho. Não que tenha sido ruim, não é esse o caso. Mas fiquei com a impressão de que o leitor não recebe, ao decorrer da história, pistas suficientes para adivinhar o final por si mesmo. Compreendo que esse pode não ser necessariamente o objetivo do livro, mas sabe quando você termina de ler um livro de suspense e pensa: “Nossa! Não acredito que não descobri que o assassino era ele!” ou “Eu sabia! Eu sabia que o assassino era ele! Descobri quando o detetive comentou aquilo sobre as pegadas e as botas”? As pistas estão todas ali, sapateando na sua cara, mas cabe a você percebê-las e interpretá-las corretamente. 

Não foi assim, pelo menos para mim, com “Nem tudo será esquecido”. Não encontrei as pistas que poderiam me levar ao desfecho e, na maior parte do tempo, senti que nem suspeitos eu tinha, e acho que talvez isso diminua um pouco o envolvimento com a história. Afinal, não é muito mais entusiasmante fazer suposições, “chutar” um culpado, do que ficar tropeçando às cegas pela história? Claro que essa é uma experiência de leitura pessoal, e talvez as dicas estivessem todas ali, e eu não as tenha visto. 

No geral, no entanto, recomendo a leitura do livro, em especial por ser bem escrito e pelo enredo inteligente. Ah, e se você adivinhar o fim do livro, não se esqueça de voltar aqui e contar pra gente, ok? 

Nota 4 de 5


Sobre a autora


Wendy Walker é advogada e ex-analista financeira da Goldman Sachs. Ela vive em Connecticut, onde cria seus três filhos e escreve seu próximo thriller.








*Livro gentilmente cedido pela editora Planeta

6 de out. de 2016

[A Tati Leu] Lembrança (Meg Cabot)

Título: Lembrança
Autor: Meg Cabot
Ano: 2016
Edição: 1
Páginas: 400
Idioma: português 
Editora: Galera (Record)
Sinopse: Quinze anos depois do primeiro volume da série “A mediadora”, a autora #1 no New York Times, Meg Cabot, retorna com uma divertida e sexy continuação da saga de Suzannah Simon, a menina que via fantasmas... e os ajudava a passar para a luz. Até que se apaixonou por um... Agora, mais velha e experiente – e noiva de sua alma gêmea fantasmagórica – ela enfrenta um espírito vingativo. E um idiota do passado!


Muitos anos depois de finalizar a série “A mediadora” (sua melhor série, em minha opinião), Meg Cabot nos leva de volta à ensolarada Carmel, na Califórnia, para conferir como anda a vida adulta de sua protagonista mais briguenta e desbocada.

Para quem não conhece a série – ou precisa de uma refrescada na memória, afinal, lá se vão 15 anos desde o lançamento do primeiro livro –, “A mediadora” conta a história de Suzannah Simon, uma adolescente capaz de interagir com fantasmas que, por variados motivos, continuam em nosso mundo. Na medida do possível, Suze procura mediar os conflitos e as pendências desses fantasmas atormentados, para que possam descansar em paz, mas a questão é que nem todos eles estão muito dispostos a partir para o outro lado. Não sem uma boa briga, pelo menos.


A história começa quando a mãe de Suze, viúva, decide casar-se com Andy Ackerman, e ambas se mudam para Carmel, onde ele vive com seus três filhos. Mas logo que Suze entra em seu novo quarto, percebe que terá que dividir a casa não somente com o padrasto e os três novos meios-irmãos, mas também com um fantasma que já está no lugar há mais de um século: Jesse. E como se já não fosse difícil o bastante recomeçar a vida em uma cidade nova, ver fantasmas quase tão teimosos quanto ela e ainda dividir o quarto com um, que tal se apaixonar por ele?

Imagino que muitos fatores tenham levado Meg Cabot a retomar não somente “A mediadora”, mas também a série “O diário da princesa”. É compreensível retomá-las, afinal, com essas séries, Meg chegou ao seu auge, e nenhum outro de seus personagens ficou tão famoso quanto Mia, a princesa de Genovia. Além disso, é fato que gente saudosista dá lucro, né? Já reparou? Não importa a idade, todo adulto fica feliz quando resgatam alguma franquia de sua infância ou de sua adolescência.

Não sou exceção. Cresci lendo Meg Cabot, fiquei feliz quando a continuação foi anunciada e não fiquei decepcionada com o livro: a narrativa em primeira pessoa continua leve e bem-humorada, cheia de digressões, e foi uma delícia rever personagens tão queridos e conhecer outros que logo de cara cativam (o que são essas sobrinhas trigêmeas, gente?).

Além disso, Meg relembra diversas vezes acontecimentos de outros livros, em especial do último, “Crepúsculo”. Acho que eu teria aproveitado mais a leitura se tivesse feito uma retomada dos demais volumes da série (afinal, quem lembra tudo que aconteceu tantos anos depois?), mas não me lembrar de algumas coisas não comprometeu realmente a história. Vale muito a pena ler a série de novo, claro, mas, se não for possível, dá para entender tudo perfeitamente bem, e a narrativa ainda diverte e dá aquela sensação nostálgica gostosa do mesmo jeito.

A própria cartinha de boas-vindas de Meg, logo no início do livro, aliás, já é uma sacudida nostálgica. Dá para ser mais fofa que isso, gente?


Claro que há muitas novidades: Suze cresceu, e o mesmo se aplica aos adolescentes e pré-adolescentes que costumavam ler essa série. Ou seja, Meg, escrevendo agora para um público predominantemente adulto, sob o ponto de vista de uma personagem adulta, ganha liberdade para tecer uma trama com mais sexualidade, assuntos mais polêmicos (embora não sejam explorados com muita profundidade) e, claro, já que estamos aqui falando de Suze Simon, palavrões.

Em “Lembrança”, encontramos Suze dez anos depois dos acontecimentos de “Crepúsculo”, já noiva de Jesse e trabalhando na mesma escola em que estudou durante o Ensino Médio. Tudo vai muito bem, em sua opinião, apesar de seu trabalho não ser remunerado e o noivado ser mais casto do que ela gostaria, já que o noivo é do século passado.

Até que Paul Slater decide voltar à sua vida para bagunçá-la um pouquinho, trazendo péssimas notícias: ele comprou a antiga casa de Suze, na qual ela conheceu Jesse, e pretende demoli-la. O único problema é que, de acordo com uma antiga maldição, se isso acontecer, Jesse poderá se tornar um demônio.

É claro que Paul está disposto a negociar com Suze. Ele concorda em desistir da demolição se a protagonista aceitar passar uma noite com ele, o que, ele acredita, a fará desistir de Jesse.


Enquanto decide como lidar com o chantagista, Suze ainda precisará enfrentar o fantasma muito poderoso de uma garotinha, cuja morte guarda segredos mais obscuros do que ela poderia imaginar.

O único problema no livro, na minha opinião, foi essa maldição em torno de Jesse, que me pareceu um pouco difícil de comprar. Sem mencionar, claro, a chantagem de Paul. Afinal, que raio de plano é esse? Ele acreditava mesmo que uma noite faria Suze desistir do amor da vida dela? Que tipo de mina de ouro ele acha que guarda dentro da calça? Esse plano só não é mais cheio de buracos, aliás, do que aquele que a própria Suze elaborou para lidar com ele. Achei, por isso, essa parte da história um pouco fraca, mas há outras tramas e personagens muito carismáticos para compensar.

No geral, como já mencionei, gostei do livro, e acho que os fãs da série não vão se decepcionar. Também acho, aliás, que não acabou por aí, não. Meu palpite é que Meg ainda aproveitará algumas das histórias recém-desenvolvidas para dar continuidade à série. Eu, particularmente, não vou achar ruim. E você, o que acha?

Nota 4 de 5


Sobre a autora:

Meg Cabot já morou em Indiana, na Califórnia e na França. Trabalhou como ilustradora e usou o pseudônimo Jenny Carroll para escrever a série A Mediadora. É autora da série O Diário da Princesa e de livros como Avalon High e Todo garoto tem, todos publicados pela Editora Record. Atualmente mora em Nova York com o marido e uma gata de um olho só chamada Henrietta.

3 de out. de 2016

Doce Mentira (Kendall Ryan)

Título: Doce Mentira
Autor: Kendall Ryan
Ano: 2016
Edição: 1
Páginas: 176
Idioma: português 
Editora: Pandorga
Sinopse: Até onde você iria por alguém que ama?
Sophie Evans está contra a parede. Com a vida de sua irmã por um fio, sua única escolha é ser forte e cuidar de sua família, mesmo que isso signifique vender sua virgindade pelo preço mais alto em um clube erótico exclusivo. Quando Colton Drake a leva para casa, Sophie logo percebe que nada é o que parece ser ao lado desse homem lindo e problemático. Estar com ele traz desafios que ela não esperava encontrar e faz com que deseje coisas que jamais imaginou. Juntos, Colton e Sophie embarcarão em uma viagem de novas sensações e sentimentos, descobrindo que o destino sempre dita as regras e que o prazer pode ser a ruína de um mau jogador.


Terminado em 28 de setembro de 2016 (livro 48).

Este é o segundo livro "young adult" erótico que eu leio. Não é meu estilo favorito de leitura, mas achei que a história me deu uma boa segurada – eu não via a hora de saber o que ia acontecer.


O livro conta a história de uma garota que resolve leiloar sua virgindade para pagar o tratamento do câncer de sua irmã gêmea. Quem a leva é um gato-maravilhoso-sarado, que mora numa mansão em Malibu e anda de jatinho. Acho que essa fantasia de ser dominada por um boy ricão será sempre um sucesso entre leitoras de romance.

O trato da compra contemplava seis meses de escravidão sexual em troca de um milhão de dólares. Como se não bastasse ter recebido toda essa bolada, ter se mudado para a super mansão e ter tudo do bom e do melhor (inclusive um cartão de crédito à disposição), Sophie, nossa protagonista aqui, ainda consegue conquistar o coração do boy. Só que o cara é cheio de problemas e o suspense só acaba na última página do livro.

A transa com Luciana foi fenomenal. :P
O suspense do maior problemão acaba, sim, mas o que esperamos ler durante o livro inteiro ainda não aparece neste volume. E a vontade de ler a continuação é inevitável. Eu preciso saber o que acontece e pretendo ler os próximos assim que forem lançados (não sei quando chegam ao Brasil, mas na Amazon há cinco volumes em inglês, no formato ebook).

A história é superficial, sem grandes surpresas, mas a narrativa prende. As cenas de sexo são descritas sem qualquer pudor. Não há nada subjetivo. É tudo descarado, explícito mesmo (já fica o aviso para quem se choca com este tipo de literatura – e para quem adora também! haha). Um livro leve, que não nos acrescenta nada de super inteligente, mas legal para distração e entretenimento (óbvio propósito da obra).

Gostei.

Nota 3 de 5


Sobre a autora:

Kendall Ryan é autora best-seller do The New York Times, Wall Street Journal e USA Today com mais de doze livros publicados, tendo vendido mais de um milhão de e-books e seus livros sido traduzidos em diversos idiomas e países pelo globo. Ela é publicada tradicionalmente por Simon e Schuster e Harper Collins do Reino Unido, mas também possui publicações independentes. Desde que se autopublicou, em 2012, aparece constantemente como  número 1 na lista de ibooks da Barnes e Nobles pelo mundo. Seus livros também apareceram na lista do NYT e USA Today diversas vezes. Atualmente, vive em Minnesota com o marido e dois filhos.


*Livro gentilmente cedido pela editora Pandorga
 

A Lu Leu Template by Ipietoon Cute Blog Design and Bukit Gambang