Título: A Costureira de Khair Khana
Autor: Gayle Tzemach Lemmon
Ano: 2013
Edição: 1
Edição: 1
Páginas: 200
Idioma: português
Editora: Seoman
Sinopse: A vida que Kamila Sidiqi conhecia mudou da noite para o dia quando o Talibã tomou o controle da cidade de cabul. Depois de estudar para professora durante a guerra civil – uma conquista rara para qualquer mulher afegã – Kamila foi confinada à sua casa e proibida de continuar estudando. Quando seu pai e seu irmão mais velho foram obrigados a abandonar a cidade, ela pegou agulha e linha e criou sozinha um próspero negócio. Esta é a incrível e real história dessa inacreditável empreendedora que mobilizou sua comunidade sob o domínio do Talibã.
Terminado em 18 de novembro de 2015.
Achei o livro tão bobo...
Para quem nunca leu histórias sobre o Afeganistão, pode até achar o livro o máximo (aliás, ele é muito bem avaliado por aí). Mas eu, que leio todos os livros sobre o tema "incríveis mulheres árabes que enfrentaram os radicais", já acho tudo muito clichê. Parece que só existe isso por lá - e sabemos que não é bem assim.
O que me irritou no livro foi a surrealidade dos acontecimentos. A autora garante que a história é real (certo, até tem foto da personagem principal aí no Google), mas é tudo muito falso. Acontece o seguinte: Kamila havia se formado professora durante a guerra civil mas, quando o Talibã chegou, ela foi confinada à sua casa e proibida de continuar estudando. Cansada de não fazer nada e precisando de dinheiro para sobreviver, Kamila pediu que sua irmã a ensinasse a costurar. Só que a fofa aprendeu tudo em menos de duas horinhas. Oi, gente, quem tem máquina de costura sabe o quanto é difícil manejar aquela bagaça, mas, Kamila, no mesmo dia, fez um terninho (!) magnífico e, no dia seguinte, já havia conseguido uma encomenda de 15 terninhos e vestidos para uma loja. Uma semana depois ela já estava fazendo vestidos de noiva (what?). Desculpa, isso é muito surreal pra mim.
Fora que, quando ela é pega pelos talibãs, ela inventa uma historinha e eles caem - hahahahaha. Até parece que talibã ia perdoar uma mulher viajando sozinha para o Paquistão, né?
É tudo previsível, clichê, forçado e, enfim...
Nota 2 de 5

Terminado em 18 de novembro de 2015.
Achei o livro tão bobo...
Para quem nunca leu histórias sobre o Afeganistão, pode até achar o livro o máximo (aliás, ele é muito bem avaliado por aí). Mas eu, que leio todos os livros sobre o tema "incríveis mulheres árabes que enfrentaram os radicais", já acho tudo muito clichê. Parece que só existe isso por lá - e sabemos que não é bem assim.
O que me irritou no livro foi a surrealidade dos acontecimentos. A autora garante que a história é real (certo, até tem foto da personagem principal aí no Google), mas é tudo muito falso. Acontece o seguinte: Kamila havia se formado professora durante a guerra civil mas, quando o Talibã chegou, ela foi confinada à sua casa e proibida de continuar estudando. Cansada de não fazer nada e precisando de dinheiro para sobreviver, Kamila pediu que sua irmã a ensinasse a costurar. Só que a fofa aprendeu tudo em menos de duas horinhas. Oi, gente, quem tem máquina de costura sabe o quanto é difícil manejar aquela bagaça, mas, Kamila, no mesmo dia, fez um terninho (!) magnífico e, no dia seguinte, já havia conseguido uma encomenda de 15 terninhos e vestidos para uma loja. Uma semana depois ela já estava fazendo vestidos de noiva (what?). Desculpa, isso é muito surreal pra mim.
Fora que, quando ela é pega pelos talibãs, ela inventa uma historinha e eles caem - hahahahaha. Até parece que talibã ia perdoar uma mulher viajando sozinha para o Paquistão, né?
É tudo previsível, clichê, forçado e, enfim...
Nota 2 de 5


