Título: Cleópatra - Uma Biografia
Autor: Stacy Schiff
Ano: 2011
Edição: 1
Edição: 1
Páginas: 408
Idioma: português
Editora: Zahar
Sinopse: Uma das mulheres mais famosas que já existiram, Cleópatra governou o Egito durante 22 anos e até hoje permanece no imaginário de todos como símbolo de poder e beleza. É certo que o cinema e as artes contribuíram para a propagação do mito, afinal, a ideia mais próxima que temos de sua aparência é uma moeda cunhada com sua imagem e alguns dos fatos e datas históricas permanecem nebulosos.
Nada disso, porém, fez com que essa personagem seja menos fascinante. Stacy Schiff consultou inúmeras fontes e apresenta um retrato surpreendente não apenas de uma das figuras mais marcantes da história, mas de toda uma época. No auge do poder, Cleópatra controlava praticamente toda a costa oriental do Mediterrâneo, o último grande reino de qualquer soberano egípcio e, durante um período, deteve o destino do mundo ocidental nas mãos. Cresceu em meio a um luxo incomparável e herdou um reino em declínio. Teve um filho com um homem casado, três com outro. Morreu aos 39 anos, uma geração antes do nascimento de Cristo.
Um retrato de Cleópatra muito mais humano e ainda mais surpreendente do que as divas do cinema foram capazes de interpretar.
Terminado em 01 de fevereiro de 2016.
O que acontece comigo? Cleópatra foi Best-Seller e Melhor Livro do Ano e, para mim, foi quase uma tortura! O começo é bacana, o meio é insuportável e o livro só fica bom mesmo no último capítulo. Muitas versões, muitas citações... Nunca gostei disso. Sou da opinião de que, se um escritor se propõe a fazer uma biografia, ele precisa passar alguma certeza ao leitor. É óbvio que diálogos precisam ser inventados porque, mesmo que o biografado esteja vivo, nem ele se lembrará do que falou exatamente. Então, não há problema nisso. Mas, em todo relato, oferecer diferentes versões é complicado. Fica muito cansativo. O livro é inteiro assim: "Pode ser que Cleópatra tenha feito isso, mas, na versão de Plutarco, pode ser que tenha feito aquilo. Já Dio, acha que Cleópatra fez aquilo outro. Para Shakespeare, Cleópatra não fez..". Se eu quisesse ler Plutarco, Dio ou Shakespeare, não leria Stacy Schiff, certo?
Mas não quero desmerecer o livro. Cleópatra foi uma mulher incrível e, pela primeira vez, ela é retratara como verdadeira rainha que foi - a mais importante da História, inteligente, sábia e inesquecível. Ela era um tanto manipuladora, mas ser considerada perversa (como foi por tantos escritores), não era justo. A explicação é simples: ela foi descrita por inimigos.
Vale a pena ler para aprender e conhecer as tantas curiosidades sobre sua vida, mas é preciso paciência.
Nota 2 de 5
Nada disso, porém, fez com que essa personagem seja menos fascinante. Stacy Schiff consultou inúmeras fontes e apresenta um retrato surpreendente não apenas de uma das figuras mais marcantes da história, mas de toda uma época. No auge do poder, Cleópatra controlava praticamente toda a costa oriental do Mediterrâneo, o último grande reino de qualquer soberano egípcio e, durante um período, deteve o destino do mundo ocidental nas mãos. Cresceu em meio a um luxo incomparável e herdou um reino em declínio. Teve um filho com um homem casado, três com outro. Morreu aos 39 anos, uma geração antes do nascimento de Cristo.
Um retrato de Cleópatra muito mais humano e ainda mais surpreendente do que as divas do cinema foram capazes de interpretar.
Terminado em 01 de fevereiro de 2016.
O que acontece comigo? Cleópatra foi Best-Seller e Melhor Livro do Ano e, para mim, foi quase uma tortura! O começo é bacana, o meio é insuportável e o livro só fica bom mesmo no último capítulo. Muitas versões, muitas citações... Nunca gostei disso. Sou da opinião de que, se um escritor se propõe a fazer uma biografia, ele precisa passar alguma certeza ao leitor. É óbvio que diálogos precisam ser inventados porque, mesmo que o biografado esteja vivo, nem ele se lembrará do que falou exatamente. Então, não há problema nisso. Mas, em todo relato, oferecer diferentes versões é complicado. Fica muito cansativo. O livro é inteiro assim: "Pode ser que Cleópatra tenha feito isso, mas, na versão de Plutarco, pode ser que tenha feito aquilo. Já Dio, acha que Cleópatra fez aquilo outro. Para Shakespeare, Cleópatra não fez..". Se eu quisesse ler Plutarco, Dio ou Shakespeare, não leria Stacy Schiff, certo?
Mas não quero desmerecer o livro. Cleópatra foi uma mulher incrível e, pela primeira vez, ela é retratara como verdadeira rainha que foi - a mais importante da História, inteligente, sábia e inesquecível. Ela era um tanto manipuladora, mas ser considerada perversa (como foi por tantos escritores), não era justo. A explicação é simples: ela foi descrita por inimigos.
Vale a pena ler para aprender e conhecer as tantas curiosidades sobre sua vida, mas é preciso paciência.
Nota 2 de 5



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