Título: Como Ser Um Conservador
Autor: Roger Scruton
Ano: 2015
Ano: 2015
Edição: 1
Páginas: 294
Idioma: português
Editora: Record
Sinopse: [Tradução: Bruno Garschagen] O filósofo político inglês Roger Scruton construiu sua reputação ao empregar a sua inteligência na reflexão e divulgação do pensamento conservador. É um pensador que sabe conjugar de forma exemplar um raciocínio profundo com um texto sofisticado e preciso. O tema central deste livro é o conservadorismo. E é a partir da apresentação teórica e prática do pensamento conservador em suas várias dimensões na vida em sociedade que Scruton examina e explica como ser um conservador. E o faz com uma habilidade grandiosa para expor teoria e análise de maneira clara e concisa sem simplificá-las ou vulgarizá-las. Essa mestria permite ao leitor encerrar a leitura com a percepção de que aprendeu algo valioso e com o sentimento de que pertence a uma tradição, mesmo que ainda tenha que descobri-la. Trata-se de obra de suma relevância para o Brasil neste momento de indizível interesse pelas ideias conservadoras.
Nota 3 de 5
Terminado em 14 de fevereiro de 2016.
O livro é realmente muito bom, mas confesso que achei um pouco difícil. Por muitas vezes não consegui absorver o que li e precisei reler vários trechos. Sabe quando lemos como papagaios e, quando nos damos conta, precisamos voltar várias páginas para entender o que estamos lendo? Esse é o único ponto negativo do livro. Talvez quem esteja mais acostumado a termos político-científicos tenha mais facilidade e leia com mais agilidade.
Gostei muito das definições que Scruton dá - que ele chama de "verdade" - sobre cada corrente de pensamento político. A verdade sobre o Multiculturalismo foi, para mim, um tapa na cara. E também nunca tinha parado para pensar nas tantas contradições dos ambientalistas. Scruton me esclareceu muitas coisas.
Scruton mostra que o apego a valores típico do conservadorismo não é para engessar uma sociedade, mas para possibilitar um futuro. E tudo faz muito sentido para o atual cenário político mundial.
Mas achei curioso que do meio para o fim o livro parece ter sido escrito por outro autor. Fica tudo muito mais leve e de fácil compreensão.
Gostei.
Nota 3 de 5



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