Título: Sete Anos
Autor: Fernanda Torres
Ano: 2014
Edição: 1
Edição: 1
Páginas: 192
Idioma: português
Editora: Companhia das Letras
Sinopse: Em 2010, Fernanda iniciou colaboração com o caderno Poder da Folha de S.Paulo. Sua missão era escrever sobre as eleições para a presidência. Muitos dos textos sobre política incluídos em Sete anos tiveram origem nesse período. Passadas as eleições, Fernanda passou a manter uma coluna mensal no caderno de cultura do mesmo jornal.
Mas há um texto inédito. É o pungente Despedida, que trata da morte de seu pai. Por pudor, Fernanda preferira não publicá-lo à época, mas agora decidiu compartilhar a experiência dolorosa com seus leitores.
As crônicas aqui reunidas foram escritas ao longo de sete anos e contam a história do meu noviciado, diz a autora na apresentação do livro. Desenvolver uma ideia dentro de um espaço determinado de linhas, falar de temas de interesse comum sem abrir mão do tom pessoal e dar valor à concisão são algumas lições que tomei do jornalismo.
Um ator, mesmo que a sós, em cena, carece de um aparato custoso para exercer seu ofício. Não é o que ocorre com o escritor, cujos limites são impostos apenas por sua capacidade de imaginar.
Poder escrever que vinte elefantes entraram em um quarto é uma libertação para alguém acostumado à rotina teatral, diz Fernanda. As letras têm me feito grande companhia.
Da plateia, os leitores agradecem.
Terminado em 22 de julho de 2015.
Não sou muito fã de compilações de crônicas, ainda mais se a maioria delas fala sobre política, que é um assunto tão efêmero. Tem crônica sobre as campanhas políticas de Dilma e de Serra (eleições 2010)!
O livro foi lançado em 2014, mas deveriam ter selecionado melhor as crônicas. Algumas são ótimas, principalmente as que Fernanda fala da mãe e do pai. Aliás, a da morte do pai é maravilhosa!
No geral, não amo a maneira com que Fernanda Torres escreve porque fica tudo sem final. Eu sempre acho que o final de qualquer história, por menor que seja, precisa ter aquele impacto, sabe? Ela não sabe dar fim aos textos. Isso quando ela não muda de assunto completamente -- coisa que me irritou bastante no livro.
Pelas crônicas que amei, dou nota 3 ao livro.
Nota 3 de 5
Mas há um texto inédito. É o pungente Despedida, que trata da morte de seu pai. Por pudor, Fernanda preferira não publicá-lo à época, mas agora decidiu compartilhar a experiência dolorosa com seus leitores.
As crônicas aqui reunidas foram escritas ao longo de sete anos e contam a história do meu noviciado, diz a autora na apresentação do livro. Desenvolver uma ideia dentro de um espaço determinado de linhas, falar de temas de interesse comum sem abrir mão do tom pessoal e dar valor à concisão são algumas lições que tomei do jornalismo.
Um ator, mesmo que a sós, em cena, carece de um aparato custoso para exercer seu ofício. Não é o que ocorre com o escritor, cujos limites são impostos apenas por sua capacidade de imaginar.
Poder escrever que vinte elefantes entraram em um quarto é uma libertação para alguém acostumado à rotina teatral, diz Fernanda. As letras têm me feito grande companhia.
Da plateia, os leitores agradecem.

Terminado em 22 de julho de 2015.
Não sou muito fã de compilações de crônicas, ainda mais se a maioria delas fala sobre política, que é um assunto tão efêmero. Tem crônica sobre as campanhas políticas de Dilma e de Serra (eleições 2010)!
O livro foi lançado em 2014, mas deveriam ter selecionado melhor as crônicas. Algumas são ótimas, principalmente as que Fernanda fala da mãe e do pai. Aliás, a da morte do pai é maravilhosa!
No geral, não amo a maneira com que Fernanda Torres escreve porque fica tudo sem final. Eu sempre acho que o final de qualquer história, por menor que seja, precisa ter aquele impacto, sabe? Ela não sabe dar fim aos textos. Isso quando ela não muda de assunto completamente -- coisa que me irritou bastante no livro.
Pelas crônicas que amei, dou nota 3 ao livro.
Nota 3 de 5


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