Título: Lituma nos Andes
Autor: Mario Vargas Llosa
Ano: 2011
Edição: 1
Edição: 1
Páginas: 272
Idioma: português
Editora: Alfaguara
Sinopse: Em Lituma nos Andes, o vencedor do prêmio Nobel de Literatura em 2010 revela um mundo dominado pelas superstições e guiado pelos instintos. No livro, o cabo Lituma e seu ajudante Tomás empreendem uma viagem a um vilarejo desolado na região dos Andes. O objetivo da polícia peruana é investigar uma série de misteriosos desaparecimentos cujas suspeitas recaem sobre os terrucos da organização maoísta Sendero Luminoso.
A obra, que rendeu o prestigioso Prêmio Planeta em 1993, examina as táticas e motivações dos rebeldes terroristas que assolaram o Peru nos anos 1980 e 1990, situando essa violência no contexto das mitologias e rituais andinos, fortemente presentes na cultura local.
Terminado em 18 de agosto de 2015.
Mais um Llosa este ano. Só que, infelizmente, não amei loucamente, não. O começo é legalzinho, daí fica chato pra caramba e o final é o máximo. O problema é que esse chato pra caramba demora muito pra passar. Além do mais, eu demorei horrores pra entender o formato da história -- não sabia quem a estava contando, de quem eram os diálogos e como diachos apareciam relatos inteiros de outros personagens no meio de conversas nada a ver.
Mas uma coisa é fato: Mario Vargas Llosa constrói personagens como ninguém! Suas personalidades são riquíssimas que até parecem reais. Assim como amei a menina má, amei Mercedez e Tomasito. E os diálogos são casos à parte, não é mesmo?
Note 3 de 5
A obra, que rendeu o prestigioso Prêmio Planeta em 1993, examina as táticas e motivações dos rebeldes terroristas que assolaram o Peru nos anos 1980 e 1990, situando essa violência no contexto das mitologias e rituais andinos, fortemente presentes na cultura local.

Terminado em 18 de agosto de 2015.
Mais um Llosa este ano. Só que, infelizmente, não amei loucamente, não. O começo é legalzinho, daí fica chato pra caramba e o final é o máximo. O problema é que esse chato pra caramba demora muito pra passar. Além do mais, eu demorei horrores pra entender o formato da história -- não sabia quem a estava contando, de quem eram os diálogos e como diachos apareciam relatos inteiros de outros personagens no meio de conversas nada a ver.
Mas uma coisa é fato: Mario Vargas Llosa constrói personagens como ninguém! Suas personalidades são riquíssimas que até parecem reais. Assim como amei a menina má, amei Mercedez e Tomasito. E os diálogos são casos à parte, não é mesmo?
Note 3 de 5


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