Título: Mulheres Que Escolhem Demais
Autor: Lori Gottlieb
Ano: 2014
Edição: 1
Edição: 1
Páginas: 288
Idioma: português
Editora: Novas Ideias
Sinopse: Todo mundo tem uma amiga que vive procurando defeito em todos os pretendentes. Um é alto demais, o outro é baixinho; um terceiro não é suficientemente bem-sucedido. E tem ainda aquele que é perfeito demais...
A expectativa por uma boa companhia é tão grande que a cabeça da mulher se enche de dúvidas: “Ele é a pessoa certa para mim? Ele é O CARA!? Será que existe Príncipe Encantado?
Pior ainda: será que fiquei esperando tanto que não reparei quando ele passou por mim?”.
Talvez o homem que a sua amiga – ou você, mesmo que não admita – tanto espera não exista. E talvez você nunca tenha pensado nisso.
Ninguém é perfeito. Todos têm defeitos — sim, inclusive as mulheres! Mas são justamente as pequenas diferenças que deixam tudo mais interessante.
Terminado em 30 de dezembro de 2015.
Não gosto de livros de autoajuda, mas, não sei porquê, este me chamou a atenção - apesar de haver tantos títulos que prometem solucionar minha vida amorosa. Sempre escutei "você é muito exigente, Luciana!", mas eu nunca quis admitir. "Sou nada! Eu só quero me casar com um libanês, católico, que seja escritor, que more perto, que seja rico, que goste de cachorros, que queira ter quatro filhos, que entenda de política e economia, que ame teatro, que escute boas músicas, que não seja nerd, que valorize a família, que se vista bem, que seja romântico, que...". Qual é a probabilidade dessa pessoa existir? E, se ela existir, qual é a probabilidade de me encontrar e se apaixonar por mim? Acho que isso explica muita coisa.
Se eu pudesse, obrigaria todas as minhas amigas solteiras a ler este livro (foi praticamente o que eu fiz, tirando fotos de várias páginas, desde o primeiro capítulo, e enviando por whatsapp no grupo das amigas solteiras). Nós não percebemos quantas oportunidades maravilhosas deixamos escapar simplesmente por ter um príncipe encantado (que não existe) como objetivo fixo. E, olha, é muito difícil reconhecer tudo isso.
Lori, a autora, é uma jornalista renomada, que já trabalhou no The New York Times, na Time, na People, na Elle etc., mas se manteve solteira até hoje, aos 41 anos. Ela foi obrigada a tomar decisões que nunca fizeram parte de seu ideal, como ter um filho por inseminação artificial, porque passou a vida dispensando homens por causa de defeitos insignificantes.
O livro é incrível - e um belo tapa na cara! Sensato, realista, profundo, com muitas pesquisas, citações de especialistas e vasta bibliografia. O tema parece bobo e não imaginamos quão complexo ele é até lermos Mulheres Que Escolhem Demais. Confesso até que fiquei meio deprimida quando passei da metade do livro, mas entendo que isso gerou muitas reflexões. Era a intenção da obra, certo? Acho que se um autoajuda não nos deixa inquietos, não serve para nada. Espero que eu consiga colocar em prática tudo que aprendi nessas 288 páginas.
E aconselho que você faça o mesmo. Se você é solteira (e pretende um dia se casar) e tem vinte e poucos anos, por favor, mude hoje. Mude agora! Não deixe para mudar depois dos trinta e tantos - pode ser tarde demais. Este livro é um manual de sobrevivência feminino para o século XXI e, se você não segui-lo, vai acabar sozinha.
Nota 5 de 5
A expectativa por uma boa companhia é tão grande que a cabeça da mulher se enche de dúvidas: “Ele é a pessoa certa para mim? Ele é O CARA!? Será que existe Príncipe Encantado?
Pior ainda: será que fiquei esperando tanto que não reparei quando ele passou por mim?”.
Talvez o homem que a sua amiga – ou você, mesmo que não admita – tanto espera não exista. E talvez você nunca tenha pensado nisso.
Ninguém é perfeito. Todos têm defeitos — sim, inclusive as mulheres! Mas são justamente as pequenas diferenças que deixam tudo mais interessante.

Terminado em 30 de dezembro de 2015.
Não gosto de livros de autoajuda, mas, não sei porquê, este me chamou a atenção - apesar de haver tantos títulos que prometem solucionar minha vida amorosa. Sempre escutei "você é muito exigente, Luciana!", mas eu nunca quis admitir. "Sou nada! Eu só quero me casar com um libanês, católico, que seja escritor, que more perto, que seja rico, que goste de cachorros, que queira ter quatro filhos, que entenda de política e economia, que ame teatro, que escute boas músicas, que não seja nerd, que valorize a família, que se vista bem, que seja romântico, que...". Qual é a probabilidade dessa pessoa existir? E, se ela existir, qual é a probabilidade de me encontrar e se apaixonar por mim? Acho que isso explica muita coisa.
Se eu pudesse, obrigaria todas as minhas amigas solteiras a ler este livro (foi praticamente o que eu fiz, tirando fotos de várias páginas, desde o primeiro capítulo, e enviando por whatsapp no grupo das amigas solteiras). Nós não percebemos quantas oportunidades maravilhosas deixamos escapar simplesmente por ter um príncipe encantado (que não existe) como objetivo fixo. E, olha, é muito difícil reconhecer tudo isso.
Lori, a autora, é uma jornalista renomada, que já trabalhou no The New York Times, na Time, na People, na Elle etc., mas se manteve solteira até hoje, aos 41 anos. Ela foi obrigada a tomar decisões que nunca fizeram parte de seu ideal, como ter um filho por inseminação artificial, porque passou a vida dispensando homens por causa de defeitos insignificantes.
O livro é incrível - e um belo tapa na cara! Sensato, realista, profundo, com muitas pesquisas, citações de especialistas e vasta bibliografia. O tema parece bobo e não imaginamos quão complexo ele é até lermos Mulheres Que Escolhem Demais. Confesso até que fiquei meio deprimida quando passei da metade do livro, mas entendo que isso gerou muitas reflexões. Era a intenção da obra, certo? Acho que se um autoajuda não nos deixa inquietos, não serve para nada. Espero que eu consiga colocar em prática tudo que aprendi nessas 288 páginas.
E aconselho que você faça o mesmo. Se você é solteira (e pretende um dia se casar) e tem vinte e poucos anos, por favor, mude hoje. Mude agora! Não deixe para mudar depois dos trinta e tantos - pode ser tarde demais. Este livro é um manual de sobrevivência feminino para o século XXI e, se você não segui-lo, vai acabar sozinha.
Nota 5 de 5


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