Título: O Diário de Uma Submissa
Autor: Sophie Morgan
Ano: 2013
Edição: 1
Edição: 1
Páginas: 216
Idioma: português
Editora: Fontanar
Sinopse: Jornalista independente, de 30 e poucos anos, Sophie Morgan não tem vergonha de admitir que tem gostos sexuais excêntricos. Entre quatro paredes — mas só entre quatro paredes, que fique claro desde o início —, ela gosta de ser submissa.
Desde bem jovem ela passou a notar que pensava bastante em sexo. Também percebeu o quanto algumas experiências inusitadas mexiam com ela de uma maneira profunda. Mas foi só na faculdade que ela começou a viver experiências consideradas fora do padrão e notar o quanto aquilo tudo lhe proporcionava um enorme prazer.
Depois de viver sua primeira relação sexual sadomasoquista, sem sequer saber direito classificá-la como tal, sente-se definitivamente atraída por esse novo mundo. E após um caso quente e revelador com seu amigo Thomas, é em James que Sophie encontra seu dominador verdadeiro e uma paixão que a leva a testar limites que nem ela mesma poderia imaginar.
Ela é uma mulher como outra qualquer, inteligente, carinhosa, sarcástica e que, como ela sempre faz questão de dizer, com uma família amorosa e presente. Mas muito cedo começou a perceber que seu interesse sexual não era tão convencional assim e aquilo que a excitava não era o que excitava suas amigas. Na verdade, tinha certeza de que as deixaria chocadas.
Mesmo gostando de ser submissa, Sophie precisa tomar cuidado ao externar essa faceta. Por receio de ser julgada, ela tem que saber muito bem com quem e como falar sobre isso. “Ser uma mulher submissa dá a sensação de algo politicamente incorreto, mas é minha escolha e eu tenho a liberdade de fazê-la”, diz, alertando para os estereótipos prejudiciais em relação aos que praticam o sadomasoquismo.
Sophie reconhece que o megasucesso da saga Cinquenta tons de cinza tem contribuído de forma expressiva para a popularização da prática sadomasoquista, mas garante que a última coisa que pretende ser é pervertida. Na vida profissional e social, ela é uma mulher responsável, competitiva, preocupada com suas contas e com algumas gordurinhas indesejáveis. Enquanto é teimosa e independente no dia a dia, tem um outro lado que só aflora quando confia no parceiro com quem vai jogar.
Terminado em 26 de dezembro de 2015.
Eu nunca tinha lido nenhum livro dessa onda de eróticos-sadomasoquistas-best-sellers que começou com o sucesso de 50 Tons de Cinza (não li nem o próprio) e já sabia que podia esperar por uma grande babaquice literária.
Não preciso dizer que imaginei Marcelinho lendo O Diário de Uma Submissa do começo ao fim, né? Eu fico com muita vontade de rir desse linguajar erótico (posso parecer uma adolescente de 12 anos, mas, gente, é ridículo!).
O Diário de Uma Submissa é a história real da jornalista Sophie Morgan, que sempre teve tendências masoquistas (e resolveu contar ao mundo), desde que começou a descobrir sua sexualidade. Ela conta suas experiências sexuais desde a primeira vez que ganhou um tapinha na bunda e gostou. Ignorando o linguajar de "membro enrijecido", o começo do livro é bem legal, mas depois vai ficando repetitivo e entediante. Não há nenhuma surpresa: o primeiro relacionamento é igual ao último. O que muda é que, se o primeiro namorado gostava de bater nela com chibata, o último gostava de bater com vara, por exemplo. Mas a cada relação ela afirma ter tido o orgasmo mais intenso de sua vida. Preguiça define.
E essa submissão estúpida de fazer o que o cara manda até por telefone (quando ele não está vendo) dá uma raiva sem fim. "Nunca sofri tanta humilhação" - por que quis, né, fia? Zzzz.
Nota 2 de 5
Desde bem jovem ela passou a notar que pensava bastante em sexo. Também percebeu o quanto algumas experiências inusitadas mexiam com ela de uma maneira profunda. Mas foi só na faculdade que ela começou a viver experiências consideradas fora do padrão e notar o quanto aquilo tudo lhe proporcionava um enorme prazer.
Depois de viver sua primeira relação sexual sadomasoquista, sem sequer saber direito classificá-la como tal, sente-se definitivamente atraída por esse novo mundo. E após um caso quente e revelador com seu amigo Thomas, é em James que Sophie encontra seu dominador verdadeiro e uma paixão que a leva a testar limites que nem ela mesma poderia imaginar.
Ela é uma mulher como outra qualquer, inteligente, carinhosa, sarcástica e que, como ela sempre faz questão de dizer, com uma família amorosa e presente. Mas muito cedo começou a perceber que seu interesse sexual não era tão convencional assim e aquilo que a excitava não era o que excitava suas amigas. Na verdade, tinha certeza de que as deixaria chocadas.
Mesmo gostando de ser submissa, Sophie precisa tomar cuidado ao externar essa faceta. Por receio de ser julgada, ela tem que saber muito bem com quem e como falar sobre isso. “Ser uma mulher submissa dá a sensação de algo politicamente incorreto, mas é minha escolha e eu tenho a liberdade de fazê-la”, diz, alertando para os estereótipos prejudiciais em relação aos que praticam o sadomasoquismo.
Sophie reconhece que o megasucesso da saga Cinquenta tons de cinza tem contribuído de forma expressiva para a popularização da prática sadomasoquista, mas garante que a última coisa que pretende ser é pervertida. Na vida profissional e social, ela é uma mulher responsável, competitiva, preocupada com suas contas e com algumas gordurinhas indesejáveis. Enquanto é teimosa e independente no dia a dia, tem um outro lado que só aflora quando confia no parceiro com quem vai jogar.

Terminado em 26 de dezembro de 2015.
Eu nunca tinha lido nenhum livro dessa onda de eróticos-sadomasoquistas-best-sellers que começou com o sucesso de 50 Tons de Cinza (não li nem o próprio) e já sabia que podia esperar por uma grande babaquice literária.
Não preciso dizer que imaginei Marcelinho lendo O Diário de Uma Submissa do começo ao fim, né? Eu fico com muita vontade de rir desse linguajar erótico (posso parecer uma adolescente de 12 anos, mas, gente, é ridículo!).
O Diário de Uma Submissa é a história real da jornalista Sophie Morgan, que sempre teve tendências masoquistas (e resolveu contar ao mundo), desde que começou a descobrir sua sexualidade. Ela conta suas experiências sexuais desde a primeira vez que ganhou um tapinha na bunda e gostou. Ignorando o linguajar de "membro enrijecido", o começo do livro é bem legal, mas depois vai ficando repetitivo e entediante. Não há nenhuma surpresa: o primeiro relacionamento é igual ao último. O que muda é que, se o primeiro namorado gostava de bater nela com chibata, o último gostava de bater com vara, por exemplo. Mas a cada relação ela afirma ter tido o orgasmo mais intenso de sua vida. Preguiça define.
E essa submissão estúpida de fazer o que o cara manda até por telefone (quando ele não está vendo) dá uma raiva sem fim. "Nunca sofri tanta humilhação" - por que quis, né, fia? Zzzz.
Nota 2 de 5


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